
MARCOS 6: 1 – 6
Quando tratamos das coisas do evangelho é salutar que consigamos fazer distinção do pregador sobre a sua pregação, desde que o pregador não fique a chamar sobre si responsabilidades que não cumpre ou passe a cobrar aquilo que não pratica, invariavelmente o pregador esta tão envolvido na busca pelo atingir o alvo de suas pregações tanto quanto seu público, só mesmo desviar nossa mente dessa realidade é que nos explica não poucas vezes haver uma relutância pela aceitação do pregador na sua família, ou em seu lugar de origem, isso porque se quer provar a existência de uma pseudo condição ou legalidade no pregador, quando na verdade o destaque que se deve dar é ao poder de Deus e à sua misericórdia em transformar vasos sem honra em vasos de honra, com isso não quero sustentar que qualquer um pode ser um pregador, apenas dizer que não há um justo se quer.
Aprendendo dEle, o verbo que se fez carne.
Reinaldo
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